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Cão comunitário existe, sim, e merece amor e cuidado

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Até pouquíssimo tempo, era difícil ouvir alguém falando do “cão comunitário”. O habitual era dizer que o animal havia sido abandonado ou vivia nas ruas, sem ter um tutor que realmente cuidasse dele. Hoje, é diferente. Já existe até mesmo uma lei estadual em São Paulo (nº 12916/2008), Rio de Janeiro e Porto Alegre, que reconhece o cão que, embora não possua um lar ou responsável fixo, é cuidado, amado e protegido pela vizinhança.

Pouca gente sabe, no entanto, que cachorros e gatos podem ser castrados e vacinados, também gratuitamente, em postos indicados pela prefeitura ou no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ-SP). Para isso, basta que uma pessoa se responsabilize pelo registro do animal como “comunitário”, levando documentos como CPF, RG e comprovante de endereço. Eles também devem ser microchipados. Com esses cuidados, eles terão carinho, amor, saúde, alimentação e o custo de toda essa atenção poderá ser rateado entre os vizinhos, sem pesar no bolso de ninguém. É importante destacar que o animal também deve ficar em um lugar seguro, sem acesso a vias públicas de trânsito intenso para evitar acidentes.


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