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Florais quânticos são a nova opção para os animais

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Já ouviu falar desse tipo de floral? Esse sistema natural de harmonização tem sido cada vez mais usado na medicina veterinária com excelentes resultados. Para entender de que forma atuam no organismo dos nossos amiguinhos, Meu Primeiro Pet ouviu Daniela Franco Lopes Frediani, veterinária, autora do livro A saúde quântica para os animais, e uma entusiasta desses compostos. Acompanhe sua entrevista ao site:

Meu Primeiro Pet (MPP) – É verdade que os florais quânticos, desenvolvidos a partir da Física Quântica, foram criados para humanos, mas têm sido usados em animais com bons resultados?
Daniela Franco (DF) – Sim. Assim como a ciência homeopática, tudo que foi desenvolvido até hoje foi pensando em humanos. Mas, a partir dos estudos de biofísica, entendemos que todos são seres energéticos, sejam mamíferos humanos ou mamíferos animais. Portanto, possuem código genético, órgãos, tecidos e células com as mesmas funções. O que nos diferencia é apenas a questão do raciocínio contínuo (humanos) e raciocínio descontinuado (animais). No caso desses florais, eles são obtidos pela combinação de flores, compostos homeopáticos e fitoterápicos que atuam em ressonância celular, carregando informações via biofísica e não bioquímica. Promovem então a regeneração de órgãos, tecidos e células humanas e animais, além de harmonizarem o campo emocional.

MPP – Foram criados segundo princípios da biofísica também?
DF – Tudo que se utiliza hoje em florais de qualquer origem é embasado em Biofísica, um ramo que estuda e aplica conhecimentos da Física na área da Biologia. Portanto, qualquer ser vivente neste sistema planetário pode se beneficiar.

MPP – Qual a diferença desses florais para os demais, como os de Bach, por exemplo?
DF – Diferenças alquímicas, em especial dos Florais Fisioquantic, com os quais trabalho há 15 anos. Esses florais possuem a tecnologia Quanthum health, que amplia o nível de ação e regeneração por meio de um sistema computadorizado único existente no Brasil.

MPP – E a diferença entre os quânticos e a homeopatia, por exemplo?
DF – A homeopatia e os florais têm mecanismo de ação similar, mas as preparações seguem normas alquímicas próprias de seus criadores. No caso da homeopatia, segue-se a preparação da farmacopeia francesa e alemã, seguindo o pai da ciência homeopática, Samuel Hahnemann, onde partes do soluto são diluídas em solvente universal (água) e conservados em álcool. Entre os florais existem diversos, que também seguem seus criadores, por exemplo, Edward Bach, o iniciador de todos os demais sistemas, que coletam plantas ao amanhecer ainda com orvalho e as armazenam em álcool para conservar os princípios ativos. O que a indústria faz até hoje é apenas separar o princípio ativo de seu interesse, sintetizando a molécula e, posteriomente, vendendo como remédio.

MPP – Os florais quânticos podem e devem ser usados com alopatia?
DF – Essa questão dependerá da prática que o médico possui e da enfermidade, mas é absolutamente possível a utilização das duas técnicas, caracterizando o que hoje se chama Medicina Integrativa – que mescla técnicas alopáticas e energéticas, visando complementar o tratamento.

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