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Apesar da crise, setor pet cresce

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A crise econômica que se abateu sobre o Brasil não deve prejudicar seriamente o segmento de pets, que deve fechar o ano a com faturamento de R$ 19,2 bilhões, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). Embora o montante corresponda a um crescimento de 6,7% o número representa uma queda na curva anual do setor, uma vez que, em 2015, a Abinpet registrou uma expansão de 7,6%.

De todos os segmentos que compõe o mercado pet, o responsável pelo maior faturamento (67,5%) é o de pet foods. Este, por sua vez, também registrou crescimento quando comparado com o ano passado. A entidade projeta que as 2,59 milhões de toneladas de pet food produzidas sejam equivalentes a um aumento de 2,5%. Mas, os profissionais do setor não veem esse aumento como algo totalmente positivo, uma vez que entre 2014 e 2015, o volume produzido de pet food cresceu 2,7%.

A quantidade de comida para pets produzida também ficou aquém do esperado pela Abinpet. Segundo a associação, o Brasil tem potencial para produzir 7,35 milhões de toneladas por ano. “É preciso que o Governo brasileiro entenda a importância do setor pet para a economia e diminua os tributos, para incentivar o consumo e, por consequência, os investimentos da indústria”, afirma o presidente executivo da Abinpet, José Edson Galvão de França. Para se ter uma ideia, a tributação para pet food é de 51,2% de impostos – entre IPI, ICMS-ST, Pis/Cofins – para cada alimento embalado. A Abinpet ressalta que essa alíquota se deve ao fato do setor ainda ser tido como supérfluo para o Governo.

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