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Raiva: deixe esse pesadelo longe do seu pet

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Mesmo quem é tutor de primeira viagem sempre ouve sobre a importância de manter as vacinas de seu pet em dia. De todas as doenças, a mais conhecida – e uma das mais letais – é a raiva. Mas, afinal, o que é e como o bichinho pode ser infectado?

A raiva é um vírus. Sua transmissão acontece por meio da saliva do animal infectado e até por arranhões. No seu primeiro estágio, ele se instala nos nervos periféricos e depois no sistema nervoso central, daí a mudança de comportamento no animal, e depois para as glândulas salivares. Assim, identificar um animal com raiva pode ser feito pela boca, que parece estar constantemente “espumando”. Cães e gatos, quando doentes são eventualmente sacrificados devido à gravidade da doença, que não tem cura e pode matar até mesmo seres humanos.

Como a raiva é considerada uma zoonose – termo utilizado para designar doenças transmitidas ao homem por animais vertebrados – há diversas campanhas públicas e gratuitas para garantir a imunidade dos cães e gatos. Mas, não é preciso aguardar, uma vez que as vacinas também são ministradas por veterinários em clínicas.

Sintomas

Nos cães e gatos, os sintomas da raiva são parecidos. A doença pode ser notada pela mudança de comportamento do pet. Eles passam a se esconder em lugares escuros, ficam agitados e irritados, tornando-se agressivos até com eles mesmos, chegando a se morder e causar ferimentos. Outro sintoma é a salivação excessiva, pois os músculos de deglutição se paralisam. Em sua fase final, a paralisia se estende para o restante do corpo, o que leva à morte do animal.

Para evitar que o seu pet contraia a doença, é importante seguir alguns princípios básicos:

  • A partir dos três (03) meses de idade, cães e gatos sem exceção, devem ser vacinados contra raiva todos os anos. Mesmo filhotes que ainda se alimentem apenas de leite e fêmeas grávidas;
  • Não dê livre acesso à rua para seu pet, pois ele pode se envolver em brigas com outros animais além de outros acidentes;
  • Quando estiver com ele na rua, mantenha-o sob controle na coleira, fique atento para a aproximação de outros animais. E JAMAIS o incite contra eles;
  • No caso de identificar qualquer um dos fatores acima, chame imediatamente um veterinário

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