Eu & Meu Pet

Dieta natural melhora qualidade de vida dos pets

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bruna_tapeteConhecido nos parques de Curitiba (PR), o peludo Tapete ganha sorrisos por onde passa. Seja com suas quatro patas no chão ou no colo dos tutores, o casal Bruna Maia e Leandro Muzzolon, durante um passeio de skate. O que pouca gente sabe é que o pequeno vira-latas faz uma dieta totalmente natural e acabou virando cachorro-propaganda de um estilo de vida que está ganhando adeptos no Brasil. “No caso do Tapete, o problema é que ele não se adaptava à ração. Tinha problemas de obesidade, imunidade super baixa e problemas alérgicos e urinários que sumiram ou melhoraram muito depois da adoção da AN [Alimentação Natural]”, explica a tutora, que levava o cãozinho ao veterinário a cada 15 dias.

A situação do Tapete fez com que a jovem procurasse por alternativas na alimentação do bichinho, mas nada aconteceu do dia para a noite. “Antes de optar pela AN estudei muito, fiz cursos e que estou sempre na cola dos veterinários”, reitera ela, deixando claro que nenhuma alteração na dieta dos pets pode ser feita sem o acompanhamento de um profissional de saúde. “A primeira coisa que digo é que ele é acompanhado de pertinho por veterinários e passa por exames a cada 6 meses”.

Chá canino
Para surpresa do casal, a forma como alimentam seu cãozinho, que tem dez anos e está há três sem comer ração, chamou tanta atenção que a Bruna resolveu promover encontros com outros tutores para explicar os benefícios da alimentação natural. “Todos querem saber: afinal, o que é que ele come? E eu sempre respondo que é comida! Carne, vísceras, carboidratos e legumes e verduras. Logo em seguida perguntam se não dá diarreia e problemas gástricos. Quando digo que as fezes e o cheiro diminuem, quase ninguém acredita”, diz Bruna.

reuniaoNas reuniões, com jeito de chá da tarde, os tutores trocam ideias sobre diversos assuntos relativos a seus amigos peludos. “Conversamos sobre nossa relação com esses bichinhos que entram na nossa vida e acabam merecendo todo nosso amor. Refletimos sobre como eles chegam e como nos dispomos a cuidar deles, sobre a qualidade da relação que estamos estabelecendo”, afirma.

E este é um conceito que o casal aplica em casa. Bruna e Leandro aproveitam o momento de preparo da alimentação do Tapete para curtir um ao outro. ” Eu e meu marido preparamos as porções a cada 15 dias e congelamos. Para isto levamos cerca de 40 minutos. Poderia ser uma chatice, mais uma coisa para dar trabalho, mas acabou virando um momento especial que passamos juntos, nos dedicando uns aos outros”, reitera.

Quanto custa?
Nas reuniões, outro ponto abordado com frequência é o quanto a alimentação natural impacta no bolso dos tutores. Sobre essa questão, Bruna não faz rodeios. Hoje, o casal investe 20% a mais na alimentação do Tapete, custo que é compensado no custo com veterinário. “Antes da AN eu tinha muitos gastos com consultas, exames e medicamentos para o Tapete. [Agora] as idas ao consultório se mantém apenas para exames de rotina, que são importantes para avaliar se a alimentação está balanceada e sendo absorvida corretamente”, defende.

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